Escola Mãe da Divina Providência
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Brigas entre irmãos, o que fazer...
Estudos comprovam que o auge da rivalidade entre meninos irmãos é aos 6 ou 7 anos. Já entre as meninas, as brigas são mais comuns um pouco mais tarde, na adolescência, quando começam a disputar quem tem o melhor corpo. Veja as dicas de como agir quando surge um conflito.
Qual é a hora certa de interferir?
Depende de cada criança, mas, de maneira geral, a hora certa para os pais interromperem a briga é quando um dos filhos está alterado, chorando ou gritando muito. “Nesse estágio, a criança perde a razão e toma atitudes impensadas. Aí é a hora de interferir”, explica Natércia.
– Converse e diga que sentir raiva não resolve nada. Ensine seus filhos a ter autocontrole.
– Não separe a briga aos berros. Isso é exemplo de descontrole.
– Não aceite que eles partam para a agressão de forma alguma, nem física, nem verbal. Violência gera violência!
– Mesmo que dividam o quarto, cada um deve ter o seu espaço. E isso precisa ser respeitado.
Como estimular a amizade entre os filhos?
Natércia Tiba dá dicas para ajudar os pais nessa missão – Tenha sempre em mente que ser justo com os filhos não é tratá-los de forma igual, mas sim tratá-los de acordo com as necessidades de cada um.
– Faça programas diferentes com cada filho e valorize esse tempo a sós com cada um. E reforce como gosta deles!
– Evite fazer comparações. Elogie ou critique, quando for necessário, mas nunca usando o outro como referência.
– A maior aliança entre as crianças é a risada. Estimule seus filhos a brincarem e se divertirem juntos.
– Não force para que eles façam tudo juntos. É normal que tenham gostos e turmas de amigos diferentes.
– Não coloque um filho para vigiar o outro. Não crie um dedo-duro entre eles.
Fonte: EducarParaCrescer
segunda-feira, 12 de março de 2012
O estranho em nossa casa

Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu um estranho, recém-chegado à nossa pequena cidade. Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com este encantador personagem, e em seguida o convidou a viver com a nossa família. O estranho aceitou e desde então tem estado conosco.
Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre seu lugar em minha família; na minha mente jovem ele já tinha um lugar muito especial.
Meus pais eram instrutores complementares: minha mãe me ensinou o que era bom e o que era mau e meu pai me ensinou a obedecer. Mas, o estranho era nosso narrador. Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias.
Ele sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber de política, história ou ciência. Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro. Levou minha família ao primeiro jogo de futebol. Fazia-me rir, e me fazia chorar.
O estranho nunca parava de falar, mas o meu pai não se importava. Às vezes, minha mãe se levantava cedo e calada, enquanto o resto de nós ficava escutando o que tinha que dizer, mas só ela ia à cozinha para ter paz e tranquilidade. (Agora me pergunto se ela teria rezado alguma vez, para que o estranho fosse embora).
Meu pai dirigia nosso lar com certas convicções morais, mas o estranho nunca se sentia obrigado a honrá-las.
As blasfêmias, os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa casa… Nem por parte nossa, nem de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse. Entretanto, nosso visitante de longo prazo, usava sem problemas sua linguagem inapropriada que às vezes queimava meus ouvidos e que fazia meu pai se retorcer e minha mãe se ruborizar. Meu pai nunca nos deu permissão para tomar álcool. Mas, o estranho nos animou a tentá-lo e a fazê-lo regularmente.
Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos e os cachimbos fossem distinguidos.
Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Seus comentários eram às vezes evidentes, outras sugestivos, e geralmente vergonhosos.
Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante minha adolescência pelo estranho.
Repetidas vezes o criticaram, mas ele nunca fez caso aos valores de meus pais, mesmo assim, permaneceu em nosso lar.
Passaram-se mais de cinquenta anos desde que o estranho veio para nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como era ao principio.
Não obstante, se hoje você pudesse entrar na guarida de meus pais, ainda o encontraria sentado em seu canto, esperando que alguém quisesse escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe companhia...
Seu nome? Nós o chamamos Televisor.
Nota: Pede-se que este artigo seja lido em cada lar. Agora tem uma esposa que se chama Computer e um filho que se chama Celular.
Fábio David Crestani
Tapera - RS
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Quaresma

O que quer dizer Quaresma?
A palavra Quaresma vem do latim quadragésima e é utilizada para designar o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice do cristianismo: a ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no famoso domingo de Páscoa. Esta prática data desde o século IV.
Na Quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quinta-feira (até a missa da ceia do senhor, exclusive - diretório da liturgia - CNBB) da semana santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Os fiéis são convidados a fazerem uma comparação entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos evangelhos. Esta comparação significa um recomeço, um renascimento para as questões espirituais e de crescimento pessoal. O cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais.
Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo vivo, ressuscitado no domingo de Páscoa. Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo. Todas as religiões têm períodos voltados à reflexão, eles fazem parte da disciplina religiosa. Cada doutrina religiosa tem seu calendário específico para seguir. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência.
Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d. C., a igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma.
Qual o significado destes 40 dias?
Na Bíblia são relatadas as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer.
O que os cristãos devem fazer no tempo de quaresma?
A igreja católica propõe, por meio do evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o reino de Deus, ou seja, lutar para que exista justiça, a paz e o amor em toda a humanidade. Os cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência e a caridade, esta última como uma conseqüência da penitência.
Porque jejuar na Quaresma?
A igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função.
Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa. Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos.
O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: um jovem deixa de mascar chicletes por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado para o bem de alguém necessitado.
O que é a Campanha da Fraternidade?
O percurso da quaresma é acompanhado pela realização da Campanha da Fraternidade – a maior campanha da solidariedade do mundo cristão. Cada ano é contemplado um tema urgente e necessário.
A Campanha da Fraternidade é uma atividade ampla de evangelização que ajuda os cristãos e as pessoas de boa vontade a concretizarem, na prática, a transformação da sociedade a partir de um problema específico, que exige a participação de todos na sua solução. Ela tornou-se tão especial por provocar a renovação da vida da igreja e ao mesmo tempo resolver problemas reais.
Seus objetivos permanentes são: despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum; educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor: exigência central do evangelho. Renovar a consciência da responsabilidade de todos na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária.
Os temas escolhidos são sempre aspectos da realidade sócio-econômico-política do país, marcada pela injustiça, pela exclusão, por índices sempre mais altos de miséria. Os problemas que a campanha visa ajudar a resolver, se encontram com a fraternidade ferida, e a fé, tem o compromisso de restabelecê-la. A partir do início dos encontros nacionais sobre a CF, em 1971, a escolha de seus temas vem tendo sempre mais ampla participação dos 16 regionais da CNBB que recolhem sugestões das dioceses e estas das paróquias e comunidades.
Como começou a Campanha da Fraternidade?
Em 1961, três padres responsáveis pela Cáritas brasileira idealizaram uma campanha para arrecadar fundos para as atividades assistenciais e promocionais da instituição e torná-la autônoma financeiramente. A atividade foi chamada campanha da fraternidade e realizada pela primeira vez na quaresma de 1962, em natal-rn, com adesão de outras três dioceses e apoio financeiro dos bispos norte-americanos. No ano seguinte, 16 dioceses do nordeste realizaram a campanha. Não teve êxito financeiro, mas foi o embrião de um projeto anual dos organismos nacionais da CNBB e das igrejas particulares no Brasil, realizado à luz e na perspectiva das diretrizes gerais da ação pastoral (evangelizadora) da igreja em nosso país.
Qual é a relação entre Campanha da Fraternidade e a Quaresma?
A Campanha da Fraternidade é um instrumento para desenvolver o espírito quaresmal de conversão e renovação interior a partir da realização da ação comunitária, que para os católicos, é a verdadeira penitência que deus quer em preparação da Páscoa. Ela ajuda na tarefa de colocar em prática a caridade e ajuda ao próximo. É um modo criativo de concretizar o exercício pastoral de conjunto, visando a transformação das injustiças sociais.
Desta forma, a Campanha da Fraternidade é maneira que a Igreja no Brasil celebra a Quaresma em preparação à Páscoa. Ela dá ao tempo quaresmal uma dimensão histórica, humana, encarnada e principalmente comprometida com as questões específicas de nosso povo, como atividade essencial ligada à páscoa do senhor.
Créditos cedidos para o Blog do Canteli
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
A história do Lápis

A história do lápis
O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:
- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
Estou escrevendo sobre você; é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
Tudo depende do modo como você olha as coisas.
Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.
"Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade".
"Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor".
"Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça”.
"Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você".
"Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação".
(Paulo Coelho)
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
10 dicas para uma melhor adaptação

10 dicas para ajudar na adaptação dos alunos
Veja como lidar com a agitação dos pequenos (e com a ansiedade dos pais) na volta às aulas
Os primeiros dias de aula estão, certamente, entre os mais importantes de todo o ano letivo. É durante essa fase que os alunos conhecem os novos professores, os novos colegas e começam a se adaptar à nova série e, muitos deles, também à nova escola. O papel do professor nesse momento é de grande relevância, pois ele, mais do que ninguém, pode contribuir para que todas essas "novidades" se encaminhem de um jeito natural e bem-sucedido, para a felicidade dele próprio, dos alunos e dos pais.
"Se o professor não constitui um vínculo bacana com os alunos nesse início, a relação entre eles pode seguir com problemas durante todo o ano. Reconquistar é possível, mas é mais difícil", acredita Ana Paula Arantes, coordenadora do Ensino Fundamental I do colégio Pueri Domus (Unidade Aruã), em Mogi das Cruzes, SP.
Para Maria Bernadete Silveira, coordenadora pedagógica da Educação Infantil e dos 1º e 2º anos do Ensino Fundamental no colégio Sion, em São Paulo, bons resultados nesse processo inicial garantem a adaptação da criança na escola até o final do ano. "Inclusive no maternal, fase em que as crianças levam cerca de 15 dias para criar vínculos com o professor e a escola", acrescenta a educadora.
O trabalho de adaptação é para todos os alunos. No maternal, a criança ainda é muito ligada ao ambiente familiar e precisa fazer a transição para o ambiente escolar. No 1º ano, a insegurança está no fato de a criança começar a ter uma rotina de alfabetização, a usar mais livros e a sentir uma outra exigência. No 2º ano, sua responsabilidade aumenta ainda mais, pois ela precisa se organizar de outra forma e o brincar já não está tão presente. Além de todos esses casos, estão os novatos na escola, transferidos de outras instituições que, independentemente da idade, necessitam de uma boa recepção por parte da equipe escolar. "O aluno que vem de outra escola está passando por uma mudança (mudam as referências de amizade, de ambiente, de rotina), e toda mudança traz desconforto, portanto ele precisa ser bem acolhido", explica a pedagoga Ana Paula.
Também os pais precisam ser acolhidos em suas inseguranças e em seus medos. Eles devem receber o apoio não só dos professores, como da coordenação da escola. "Por isso, os encontros com os pais nesse início são tão importantes. Eles precisam ser orientados e tranquilizados. Costumo dizer que os professores têm de se colocar no lugar deles, para assim entendê-los", declara a coordenadora Maria Bernadete.
O desafio é grande, professor, por isso há que se preparar para enfrentá-lo. Para ajudá-lo, fomos buscar 10 dicas para você passar por esse processo sem turbulências, receber bem seus alunos e criar com eles um vínculo forte. Afinal, como diz a educadora Ana Paula Arantes, "não há aprendizagem sem vínculo".
29/01/2009 15:51
Texto Juliana Bernardino
Educar
Foto: Dreamstime
Foto: O educador deve contribuir para que as novidades sejam aceitas sem crise
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011

Direcione seu olhar
~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Quando estiver em dificuldade,
e pensar em desistir,
lembre-se dos obstáculos que já superou.
Olhe para trás.
Se tropeçar e cair, levante,
não fique prostrado,
esqueça o passado.
Olhe para frente.
Ao sentir-se orgulhoso
por alguma realização pessoal,
sonde suas motivações.
Olhe para dentro.
Antes que o egoísmo o domine,
enquanto seu coração é sensível
socorra aos que o cercam.
Olhe para os lados.
Na escalada rumo às posições,
no afã de concretizar seus sonhos,
observe se não está pisando em alguém.
Olhe para baixo.
Em todos os momentos da vida,
seja qual for sua atividade,
busque a aprovação de Deus.
Olhe para cima!

Matrículas 2012
Inicio das matrículas novas: 05/12/11
* Modalidades de Ensino
Período Faixa Etária
Educação Infantil (EI) - R$ 390,00 Integral R$ 880,00
Maternal I Matutino/Vespertino/Integral 2 anos (ou a completar até 31/03/2011)
Maternal II Matutino/Vespertino/Integral 3 anos (ou a completar até 31/03/2011)
Infantil I Matutino/Vespertino/Integral 4 anos (ou a completar até 31/03/2011)
Infantil II Matutino/Vespertino/Integral 5 anos (ou a completar até 31/03/2011)
Ensino Fundamental I (EF) R$ 410 - Integral R$ 880,00
1º Ano Matutino/Vespertino/Integral
2º Ano Matutino/Vespertino/Integral
3º Ano Matutino/Vespertino/Integral
4º Ano Matutino/Vespertino/Integral
5º Ano Matutino/Vespertino/Integral

* Modalidades de Ensino
Período Faixa Etária
Educação Infantil (EI) - R$ 390,00 Integral R$ 880,00
Maternal I Matutino/Vespertino/Integral 2 anos (ou a completar até 31/03/2011)
Maternal II Matutino/Vespertino/Integral 3 anos (ou a completar até 31/03/2011)
Infantil I Matutino/Vespertino/Integral 4 anos (ou a completar até 31/03/2011)
Infantil II Matutino/Vespertino/Integral 5 anos (ou a completar até 31/03/2011)
Ensino Fundamental I (EF) R$ 410 - Integral R$ 880,00
1º Ano Matutino/Vespertino/Integral
2º Ano Matutino/Vespertino/Integral
3º Ano Matutino/Vespertino/Integral
4º Ano Matutino/Vespertino/Integral
5º Ano Matutino/Vespertino/Integral

domingo, 18 de setembro de 2011
Estamos de Luto
quinta-feira, 28 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Feliz Dia do Amigo!!!!
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